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Grupo Sifu LA NO INTEGRACIÓN- A NÃO INTEGRAÇÃO
Grupo Sifu abrirá proximamente una delegación en Portugal, así que hemos decidido traducir el blog del español al portugues.

Archivo: Febrero 2007

04/02/2007 GMT 1

O sifu do grupo tenta abrir escritórios em Portugal.

eugenio @ 18:09

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A decisão para fazer o blog no português na integração espanhola do sifu do grupo do blog, não é de modo que nossos amigos políticos, uniões, discapacitados, sabem que a esta companhia não motivate para lhe empregar os discapacitados dos lusos uns, mas se motivates o dinheiro a ele que elasticidade as administrações públicas para criar o trabalho..

Seria muito bonito, se invested realmente o dinheiro espanhol a Portugal, mas como tudo que nós sabemos, não estão indo invest mas aquele está partindo subsidize o a TODO O cidadão portuguese e aos cidadãos europeus por meio das administrações públicas. Que tentativa?.

Para ser uma companhia well-known goste da multinacional. Não são rian por favor, eles críam-na assim..

Porque escolheu Portugal e não outros países europeus? Portugal tem os salários mínimos mais baixos do europeu, à excecpção dos últimos países que foram integrados. O patrocinador das administrações públicas às companhias espanholas, se implant companhias em Portugal. A comunidade européia, o mesmo history, subventions, sponsorships, etc...

Pardon se a tradução não for boa, mas nós estamos arranjados para aprender o português. Nós seguiremos....

02/02/2007 GMT 1

GRUPO SIFU NO ES ORO TODO LO QUE RELUCE - NÃO É OURO TUDO O QUE RELUZ

eugenio @ 19:32

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Em minha qualidade de assessor jurídico trabalhista de uma grande Central Sindical, tenho de reconhecer que efetivamente, o grupo SIFU, tem e dá emprego a muitíssimas pessoas com incapacidade, mas não é menos verdadeiro, que este grupo abona uns salários que o único que te permite é subsistir precariamente. Integrada num convênio coletivo denominado Centros Especiais de Emprego, -refúgio de empresários que abonam uns salários míseros e inadequados à realidade da atividade que realizam seus trabalhadores- e, onde os que obtêm os grandes benefícios econômicos, são eles.

Assim se se pode chegar a ter uma planilha de 2000 trabalhadores para posteriormente -e oxalá me equivoque-, vender o grupo a algum grupo investidor e ter ainda mais benefícios a costa do coletivo de descapacitados.

Outra realidade que não se contempla nesse artigo, é que a imensa maioria de descapacitados integrados em dita empresa, costumam -ao cabo de uns meses de trabalho na empresa, como em outras muitas de centros especiais de emprego- solicitar a baixa voluntária, porque ainda que descapacitados, precisam viver e não mendigar.

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